Ficha de Casa Religiosa
    
Designação
Convento de São João Evangelista de Xabregas

Código
LxConv007

Outras designações
Convento de São Bento de Xabregas; Convento de São João de Xabregas; Convento de Santo Elói dos Olivais; Convento do Beato; Convento do Beato António

Morada actual
Alameda do Beato

Caracterização geral
Ordem religiosa
Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista

Género
Masculino

Fundador
Rainha D. Isabel - Cláusula testamentária

Data de extinção
1834-05-30

Tipologia arquitetónica
Arquitetura religiosa\Monástico-conventual

Componentes da Casa Religiosa - 1834
Convento
Claustro
Igreja
Cerca de recreio e produção

Caracterização actual
Situação
Convento - Parcialmente demolido(a)
Igreja - Existente
Cerca - Urbanizada

Ocupação
Convento - Ocupado(a) - Nacional
Igreja - Devoluto(a)

Disposições legais
Imóvel de Interesse Público; Decreto nº 29/84; 25 de Junho

Descrição
Inventário de extinção
ANTT, Ministério das Finanças, Convento de Santo Elói de Lisboa, Cx. 2198, http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4678224

O processo de extinção do Convento de São João Evangelista de Xabregas ou Convento de Santo Elói, com 918 fólios digitalizados, inclui os autos de inventário e os autos de avaliação dos bens deste convento, localizado na zona «extramuros da cidade de Lisboa» (f. 0025). Os autos são realizados depois do convento já se encontrar formalmente extinto pelo Decreto de 30 de Maio de 1834.

O inventário geral, autuado a 12 de Julho de 1834 (f. 0819-0824) é determinado pela Prefeitura da Estremadura que manda dar cumprimento à Portaria de 4 de Junho de 1834, expedida pelo Tesouro Público (f. 0019-0020). Francisco de Sena Fernandes, Provedor do 1º Distrito, fica encarregue «proceder ao inventario geral de todos os bens pertencentes ao dito extincto convento, e que delles tomava posse por parte da Fazenda Pública» (f.0820). Acompanham-no neste processo o antigo reitor do convento, Luiz Antonio Freire d´Andrade (f. 0823-0824) e o escrivão Jose Maria d´Almeida.

São realizados vários inventários dos bens pertencentes ao convento, nomeadamente: dos prédios urbanos (f. 0817 e 0827-0834), dos prédios rústicos (f. 0019 e 0835-0846), dos foros e censos (f. 0003 e 0049-0308), dos padrões, títulos e apólices de empréstimo (f. 0363-0379), das dívidas activas e passivas (f. 0531-0650), do cartório (f. 0381-0395) e dos objectos do culto religioso que pertenciam à igreja (f. 0409-0488).

O inventário dos prédios urbanos realiza-se entre 14 e 16 de Junho de 1834 (f. 0827- 0834) e as avaliações são feitas cerca de um mês depois. São identificadas casas em Lisboa sitas: no Largo do Olival nº 21-22 (avaliada em 200$00 e vendida por 225$000 a 18 Julho 1835 - f. 0787) e no Largo do Olival nº 23-28 (avaliada em 280$000 e vendida por 425$000 a 22 Julho 1835 - f. 0789); na Travessa do Olival nº 1-2 (avaliada em 200$00 e vendida por 201$000 a 22 Julho 1835 - f. 0791); na Calçada do Duque de Lafões nº 32-34 (avaliada em 450$000 e vendida por 700$000 a 7 Outubro 1835 - f. 0793) e na Calçada Duque de Lafões nº35-36 (avaliada 500$000 e vendida por 601$000 em 22 de Julho de 1835 - f. 0795); na Rua Direita do Beato António nº 31-33 (avaliada em 800$000 e vendida por 1:215$000 em 22 de Julho de 1835 - f. 0797), Rua Direita do Beato António nº 34-36 (avaliada em 880$000 e vendida por 1:351$000 a 22 Setembro 1835 - f. 0799), na Rua Direita do Beato António nº 37-38 (avaliada em 480$000 e vendida por 741$000 a 22 Julho 1835 - f. 0801) e na Rua Direita do Beato António nº 39 (avaliada em 900$000 e vendida por 1:350$000 a 22 de Julho de 1835 - f. 0803); na Alameda do Beato nº 6-11 (avaliada em 700$000 e vendida por 1:005$000 a 22 Julho 1835 - f. 0805); e por fim, no Boqueirão da Moita nº 1-2 (avaliada em 1:000$000 - f. 0807). A avaliação dos prédios decorreu entre os dias 28 e 31 de Julho de 1834, com o valor de arrematação total de 6:490$000.

A 30 de Julho é feita a avaliação do conjunto conventual, ao qual é atribuído um valor de 8.000$000. Na descrição refere-se que tem dois pisos. Ao piso térreo corresponde uma cozinha, despensa, casa de forno, refeitório, adega, três casas «para comodos», o claustro, e o noviciado que contava com 12 quartos e uma capela. No piso superior encontrava-se a livraria e dois dormitórios, um com 12 celas e outro com 21, e ainda um eirado e um pátio (f. 0811-0812).

Instalado nas dependências do conjunto conventual encontrava-se o edifício do Hospital Militar, que é avaliado em 20:000$000 «com atençam ao seu bom local acim como a grande despeza que no mesmo ce faz» (f. 0814). Dizem os avaliadores que se tarta do «edeficio sem dependencia do convento pois ce deve separar no anglo que forma este e dormitório do convento ao lado do Sul e Nacente junto a escada de pedra que hera serventia do dito Hospital ficando no cimo da dita escada do lado direito pertencendo a este Predio e do lado esquerdo o convento [...]» (f. 0813-0814).

Além das propriedades urbanas acima referidas, o convento possuía o terreno que compreendia o «antigo convento dos Loios», situado na freguesia de Santiago e que havia ficado gravemente danificado na sequência do Terramoto de 1755 (f. 0809-0810). O terreno em questão albergava as paredes que sobreviveram ao terramoto, «tanto da igreja como do antigo convento», sendo a propriedade delimitada pela frente com a Rua de São Bartolomeu, a norte pelo Largo dos Lóios, e tanto a sul como a poente com a Rua da Saudade. É avaliada em 2:200$000 tendo em atenção «ao grande terreno que tem acima e muita pedra que ce pode aproveitar quando ce haja a construir alguma ou algumas propriedades» (f. 0810).

A 16 de Junho de 1834 é realizado o inventário dos foros e censos pertencentes ao convento (f. 0003 e f. 0049-0308), do qual se destaca, pelo seu valor face aos restantes, o foro ao Palácio no Cais de Santarém pelo qual o Marquês de Fronteira pagava anualmente 70$000 (f. 0051), e o foro da Quinta da Marquesinha, ao Grilo, pelo que o duque de Lafões pagava 60$000 anualmente (f. 0056).

A 15 de Julho de 1834 dá-se início ao inventário dos prédios rústicos pertencentes ao convento (f. 0835-0846). Entre os meses de Julho e Agosto do mesmo ano são anexadas ao inventário novas propriedades e realizados os respectivos autos de avaliação.

Começando pela cerca do convento, esta é descrita como sendo composta por «vinha, parreiras, olival, terra de semeio, varias árvores de fruta, de caroço, e poço de nóra» e é avaliada em 2:000$000 (f. 0039). Por outro lado, a horta do convento conta com algumas parreiras com esteiras de pau, ao centro um lago, poço de nora e tanque, e ainda uma capela, e é avaliada em 1:200$000 (f. 0031). E sua renda é avaliada em 36$000 anuais «so pelo entrece do que ela pode produzir [...]» (f. 0031).

Contam-se outras propriedades rústicas pertencentes ao convento, entre elas: a Quinta de Cortes, na freguesia dos Olivais (f. 0035); duas herdades denominadas Colmieiro e Colmieirinho, no concelho de Coruche (f. 0309-0312); um casal denominado do Sirol, sito na Reboleira (f. 0313-f. 320); a Herdade da Chaminé e a Herdade das Romeiras, em Montemor-o-Novo (f. 0325-0331); a Quinta do Repouso, na vila de Alhandra (f. 0333-0338); o sítio das Gales, freguesia de Santo Estevão (f. 0341-0349); a, Quinta da Abelheira, em Santo Antão do Tojal (f. 0397-0407); um casal em Fanhões, freguesia de São Saturnino (f. 0351-0361); várias propriedades na Vila do Lavradio (f. 0501-0516 e f. 0653-0777); outras na vila de Chilleiros, concelho de Mafra (f. 0855); um pomar da Quinta da Agoalva, na Vila de Belas (f. 0870-0876); umas casas e terrenos na freguesia da Atouguia da Baleia, concelho de Peniche (f. 0881-0887); e por fim, alguns foros no concelho de Alcoentre (f. 0889-0917).

A 21 de Julho de 1834 é realizado o inventário de todos os padrões, títulos e apólices, onde se contabilizaram 20 padrões de juro e cinco apólices de empréstimo (f. 0367-0379). A estas cinco apólices juntaram-se outras 23 entregues à Junta pelo ex-reitor do convento, Luiz Antonio Freire d'Andrade (f. 0375).

A 21 de Julho de 1834 realiza-se o inventário dos objectos associados ao culto religioso (f. 0409-0488), no qual se inclui o inventário da mobília associada ao culto (f. 0415-0424), a descrição dos objectos das capelas e coro da igreja (f. 0424-0472), os paramentos (f. 0424-0472) e os objectos preciosos guardados em depósito na igreja (f. 0480). Em termo de declaração datado de 2 de Agosto de 1834, Francisco António da Pureza, pároco da freguesia de São Bartolomeu, fica responsável por «guardar em deposito seguro todos os objectos [inventariados] (...) atté que outra coisa lhe seja determinada pela auttoridade competente» (f. 0483). Como testemunhas são intimados Francisco Joze Baptista e Joze Julio Aleixo Freire (f. 0484).

A 23 de Julho de 1834 realiza-se o inventário do cartório (f. 0381-0395), do qual constam mais de uma centena de livros, nomeadamente testamentos, alvarás, doações, forais, entre outros; 18 pacotes de papelão e três maços que constam papéis de natureza diversa; uma pasta que contém «conhecimentos de decimas e contribuiçoes pertencentes á extincta Junta dos Juros e outros papeis de contas particulares e lembranças dos Procuradores Gerais» (f. 0391); e por fim 19 «arrendamentos de casas, herdades, armasens, e marinha, pertencentes ao dito extincto convento» (f. 0392).

O inventário das dívidas activas e passivas do convento é elaborado em 1834, sem indicação de data (f. 0531-f. 0650).

Importa aqui referir que a 7 de Setembro de 1834 o convento é tomado por um incêndio (f. 0497 e f. 0519-0526), o que leva Joaquim Joze Baptista e Francisco Joze Baptista, na qualidade de «depozitarios do moveis e de varios objectos do extinto convento» (f. 0497) a anunciarem os danos iniciais que se preveem, sobretudo associados aos objectos da adega do convento (f. 491-0494). No dia 10 do mesmo mês o juiz inventariante, Francisco de Sena Fernandes, intima Francisco Gonçalves de Carvalho e Manoel Francisco Branco, mestres carpinteiros, com o objectivo de examinar as «muitas portas arrombadas de varias cazas, as quaes serviao de depozito de moveis» (f. 0521). Verificaram que havia ocorrido o arrombamento das portas, facto confirmado pelo desaparecimento de vários móveis, livros e documentos avulsos do depósito (f. 0525-0526). À data o edifício servia de quartel do Batalhão nº 7 de Caçadores e do Batalhão nº 8 de Infantaria (f. 0521).

Cronologia
1456 Em execução do legado da mulher, a rainha D. Isabel, D. Afonso V doa aos Lóios o Oratório de São Bento e a propriedade de hortas, vinhas e olivais.
1552 O convento tem 40 frades e cinco servidores.
1616-02-20 Em resposta a um pedido de ajuda por parte dos religiosos do Convento de São João Evangelista («S. Bento de Enxobregas»), a Câmara concede-lhes uma esmola de 70$000 réis.
1755-11 São acolhidos no convento os religiosos que residiam no outro convento da Ordem dos Cónegos Regrantes de São João Evangelista em Lisboa (Convento de Santo Elói), muito danificado pelo sismo de 1 de Novembro.
1770-04-08 Remodelação administrativa das paróquias de Lisboa. A paróquia de São Bartolomeu passa a estar sediada na igreja do Convento de São Bento de Xabregas.
1832-05-13 Procissão de penitência realizada na freguesia de São Bartolomeu do Beato para que a epidemia de cólera morbus que atingia a França não chegue a Portugal e para que «o feliz Reinado do Nosso Augusto Monarca Dom Miguel Primeiro não soffra jamias tão terrivel tribulação». Participaram na procissão, entre outros, irmandades e religiosos dos conventos de São João Evangelista, Nossa Senhora do Monte Olivete e São Francisco de Xabregas.
1834-05-30 Decreto das Cortes Gerais que suprime todas as casas religiosas masculinas das ordens regulares e incorpora os seus bens nos Próprios da Fazenda Nacional. O Convento de São João Evangelista de Xabregas é formalmente extinto.
1834-07-12 Autuação do inventário geral, determinado pela Prefeitura da Estremadura. Francisco de Sena Fernandes, Provedor do 1º Distrito, fica encarregue de proceder ao inventário geral de todos os bens pertencentes ao extinto «Convento do Beato Antonio», e de tomar posse deles por parte da Fazenda Pública. O representante do convento é o antigo reitor, Luiz Antonio Freire d´Andrade.
1834-07-15 Início do inventário dos prédios rústicos pertencentes ao convento.
1834-07-16 Inventário dos foros e censos pertencentes ao convento.
1834-07-21 Inventário dos objectos da igreja associados ao culto religioso, e inventário de todos os padrões, títulos e apólices.
1834-07-23 Inventário do cartório do convento.
1834-07-30 O edifício conventual é avaliado em 8:000$00. À cerca é atribuído o valor de 2:000$00 e a sua renda é avaliada em 100$000.
1834-07-31 Avaliação da propriedade no Largo dos Lóios, na freguesia de Santiago, onde ficava o Convento de Santo Elói, parcialmente destruído pelo Terramoto de 1755.
1834-08-19 Portaria do Tribunal do Tesouro Público sobre a venda e o arrendamento dos bens nacionais. Determina que o Perfeito da Província da Estremadura dê orientações para que se proceda à venda dos bens móveis e semi-móveis, exceto os objetos do culto divino, as peças de ouro e prata e as livrarias; e que arrende, por um ano, todos os prédios rústicos e urbanos da Fazenda Nacional.
1834-09-07 Na noite de dia 7 regista-se um incêndio no convento, tendo sido destruídos vários objectos da adega. O edifício é arrombado, tendo desaparecido vários documentos do cartório e mobiliário.
1834-09-10 O edifício serve de quartel do Batalhão nº 7 de Caçadores e do Batalhão nº 8 de Infantaria.
1835-07-21 Venda em hasta pública de 8 lotes, a saber: casas ao Beato António, 31-33, 39, 34-36, 37-38, Alameda do Beato, 6-11, Travessa do Olival, 1-2 e barracas frente ao convento, 21-22 e 23-28. Valor da arrematação - 6:087$000.
1835-11-28 Determinada a transferência da sede da paróquia de São Bartolomeu da Igreja do Beato para a igreja do extinto Convento de Nossa Senhora da Conceição do Monte Olivete.
1835-12-27 Transferência solene da sede da paróquia de São Bartolomeu da igreja do Convento do Beato para a do Monte Olivete.
1836-02-19 Venda em hasta pública de 8 lotes do edifício do convento e pertenças pelo quantia de 26:325$000.
1984-06-29 Decreto de classificação do antigo Convento do Beato António como Imóvel de Interesse Público (a classificação abrange a igreja, o claustro, o refeitório e a escada de acesso ao piso superior, com os elementos que lhe estão adjacentes).

Fontes e Bibliografia
Material gráfico

PEREIRA, Luís Gonzaga - Lameda e Igreja do Beato António. Museu de Lisboa [1809].

Planta do segundo planno do Convento dos Conegos de S. João. Museu de Lisboa.

Cartografia

[Enquadramento urbano | Convento de São João Evangelista de Xabregas, 1834].

[Enquadramento urbano | Convento de São João Evangelista de Xabregas, 2015].

FOLQUE, Filipe; - [Carta Topográfica de Lisboa e seus arredores, 1856/1858]. 1:1000. 65 plantas; 92 X 62,5cm, Planta 9 (Junho 1858).

Manuscrito

[Consultas da Comissão Eclesiástica da Reforma]. [Manuscrito]1822-1823. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 268, n.º 4, Caixa 214, Doc. 3.

[Junta do Exame do Estado actual e Melhoramento temporal das Ordens Regulares]. [Manuscrito]1790-1830. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 270, nº1, Cx. 216, Doc. 3.

Inventário de extinção do Convento de Santo Elói de Lisboa. [Manuscrito]. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Convento de Santo Elói de Lisboa, Cx. 2198.

Inventário de extinção do Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa. [Manuscrito]. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa, Cx. 2225, f. 0174-0176.

Monografia

ABREU, Laurinda - Um parecer da Junta do Exame do Estado actual e Melhoramento Temporal das Ordens Regulares nas vésperas do decreto de 30 de Maio de 1834. Estudos em homenagem a Luís António de Oliveira Ramos. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2004, pp. 117-130.

BRANCO, Manuel Bernardes - Historia das Ordens Monasticas em Portugal, volume I. Lisboa: Livraria de Tavares, Cardoso & Irmão, 1888, pp 124-140.

BRANDÃO, João - Grandeza e Abastança de Lisboa em 1552. Lisboa: Livros Horizonte, 1990, p. 115.

BRITO, Gomes de - Lisboa do Passado. Lisboa de nossos dias. Lisboa: Livraria Ferin, 1911, p. 116.

Collecção de Contas da Commissão Interina da Junta do Crédito Público até 10 de Setembro de 1836. Lisboa: Imprensa Nacional, s.d.

FOLGADO, Deolinda; CUSTÓDIO, Jorge - Caminho do Oriente. Guia do Património Industrial. Lisboa: Livros Horizonte, 1999, pp. 116-127.

MATOS, José Sarmento de; PAULO, Jorge Ferreira - Caminho do Oriente. Guia Histórico II. Lisboa: Livros Horizonte, 1999, pp. 88-99.

OLIVEIRA, Eduardo Freire de - Elementos para a história do município de Lisboa, 1ª parte, Tomo II. Lisboa: Typographia Universal, 1887, p. 362.

PORTUGAL, Fernando; MATOS, Alfredo de - Lisboa em 1758: Memórias Paroquiais de Lisboa. Lisboa: Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1974, pp. 293, 307 e 318.

SANTA MARIA, Padre Francisco de - O Ceo aberto na Terra. Historia das sagradas congregações dos conegos seculares de S. Jorge em Alga de Venesa, & de S. João Evangelista em Portugal. Lisboa: Na Officina de Manoel Lopes Ferreyra, 1697, pp. 469-495.

SOUSA, Bernardo Vasconcelos e, et al - Ordens Religiosas em Portugal: das Origens a Trento. Guia Histórico. 2ª Edição. Lisboa: Livros Horizonte, 2006, pp. 242-243.

Periódico

Decreto nº 29/84. Diário da República, 1º Série, nº 145. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. 25 de Junho de 1984, p. 1296.

Gazeta de Lisboa, nº 124. Lisboa: Na Impressão Regia, [26 de Maio de 1832], p. 625.

SILVA, Augusto Vieira da - Notícias históricas das freguesias de Lisboa. Revista Municipal, nº 15. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa. 1943, pp. 3-24.

Material Fotográfico
Convento de São João Evangelista de Xabregas | Exterior | Fachada sul. DPC_20140917_076.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de São João Evangelista de Xabregas | Exterior | Fachada sul | Alameda do Beato. A74464.
© CML | DMC ! Arquivo Municipal de Lisboa.

Inventariantes
Rita Mégre
Sofia Carvalho - 2015-08-10
Última atualização - 2017-09-26

Imagens: 2