Ficha de Casa Religiosa
    
Designação
Convento de Santo António

Código
LxConv076

Outras designações
Convento de Santo António de Lisboa; Convento de Santo António dos Capuchos; Convento de Santo António dos Capuchos de Lisboa

Morada actual
Alameda de Santo António dos Capuchos

Caracterização geral
Ordem religiosa
Ordem dos Frades Menores. Província de Santo António

Género
Masculino

Data de construção
1455

Data de extinção
1834-05-30

Tipologia arquitetónica
Arquitetura religiosa\Monástico-conventual

Componentes da Casa Religiosa - 1834
Convento
Claustro
Igreja
Cerca de recreio e produção

Caracterização actual
Situação
Convento - Parcialmente demolido(a)
Igreja - Existente
Cerca - Existente / parcialmente construída
Cerca - Parcialmente urbanizada

Ocupação
Convento - Ocupado(a) - Hopsital dos Capuchos

Disposições legais
Imóvel de Interesse Público; Decreto nº 1/86; 3 de Janeiro

Descrição
Inventário de extinção
ANTT, Ministério das Finanças, Convento de Santo António dos Capuchos de Lisboa, Cx. 2225, http://digitarq.arquivos.pt/viewer?id=4695230.

O Convento de Santo António dos Capuchos é formalmente extinto pelo Decreto de 30 de Maio de 1834, sendo o processo de inventário e avaliação dos seus bens determinado pela Portaria de 9 de Junho, na qual o Prefeito da Estremadura incumbe Antonio Alexandrino de Moraes Souza (Provedor do 2º Distrito de Lisboa) de tomar posse de todos os conventos que se encontrem no distrito da sua provedoria (f. 0065-0066). É acompanhado de um exemplar da Chronica Constitucional de Lisboa nº 132, de 6 de junho de 1834, na qual constam as "instrucções para cumprimento do Decreto de 30 de Maio de 1834" (f. 0067-0070).

A 11 de Junho frei João Evangelista, guardião do convento, fica encarregue de assistir na qualidade de inventariante o Provedor do 2º Distrito na realização inventário (f. 0085-0086), tendo sido substituído por frei Manoel de Santa Margarida a partir de 26 de Junho (f. 0122-0123).

A 12 de Junho tem início o inventário dos bens pertencentes ao extinto "Convento de Santo Antonio dos Capuchos desta Cidade", pelo escrivão Francisco de Salles Rodrigues Luria (f. 0061-0193). Os diversos autos de inventário vão sendo sucessivamente elaborados ao longo do mês seguinte:

- "das imagens existentes", com elenco das obras: 17 de Junho (f. 0075-0080);

- "dos objectos preciosos não sagrados" na presença do "Padre Mestre Guardião Frei João Evangelista" : entre 12 e 17 de Junho, com um "auto de adiccionamento" elaborado a 26 do mesmo mês (f. 0085-0104);

- "dos objectos do refeitório e dispenca": 18 de Junho (f. 0105-111);

- "do convento e serca e mais pençois" : 18 a 27 de Junho (f. 0113-0136);

- "das capelinhas citas na Cerca": 28 de Junho (f. 0139-0144);

- "das imagens pertencentes às capelinhas existentes na Cerca do Convento": 28 de Junho (f. 0147-0154);

- "dos livros existentes na livraria": 2 de julho, elaborado por António Bonifácio Vidal de Athayde com o auxílio do frei Manoel de Santa Margarida, antigo bibliotecário do convento. Dividida em 16 estantes, a biblioteca conta com um total de 2188 livros (f. 0157-0193).

O "Auto de Posse por parte da Fazenda Nacional, do Convento de Santo António dos Capuchos da Cidade de Lisboa, e da Cerca ao mesmo pertencente" (f. 0195-0200) é assinado a 2 de Julho por António Alexandrino de Moraes e Souza (Provedor do Segundo Distrito) e Constantino José Pereira (oficial de diligência da mesma provedoria).

Entre 5 e 18 de Julho, procede-se à elaboração dos diferentes autos de avaliação dos objectos do convento (f. 0207-0314) que tiveram como louvados Manoel Feliciano (que entre os dias 5 e 10 avaliou os paramentos - f. 0230-0254 - e a "roupa branca" - f. 0255-0259), José Joaquim Antunes Ribeiro (a 8 de Julho avaliou os objectos de prata e ouro, num valor total de 1.059$401 - dos quais 826$224 em objectos de prata e o restante em objectos de ouro- f. 0217-0221), Pedro Nolasco de Souza e José Franco (a 8 de Julho avaliaram conjunta e respetivamente os objectos de cobre e latão, num valor global de 82$250 - f. 0223-0225), Marçal Joze da Luz, entalhador (a 9 de Julho avaliou os objetos de talha, num valor total de 487$300 - f. 0267-0268), Alexandre dos Santos, tanoeiro (a 9 de Julho avaliou "os tuneis e pipas e mais vazilhame exzistente na adega", num valor total de 25$400 - f. 0269), José Cogorno, relojoeiro [no dia 10 avaliou três relógios (o da torre e dois de parede), num valor total de 127$200 - f.0293], Manuel António Martins, "mestre fundidor de sinos" (no mesmo dia avaliou os sinos do convento, num valor total de 175$750 - - f. 0295), Luiz António da Cunha, mestre ferreiro (também no dia 10 avaliou um conjunto de objectos em ferro, no total de 7$900 - f. 0297), José Jerónimo Romão, mestre carpinteiro (no mesmo dia avaliou um conjunto de objectos em madeira, num total de 96$360 - f. 0299), António Luiz da Rocha Fontanas e Francisco Joze da Rocha Fontanas (a 14 de Julho avaliaram por 800$000 o órgão do convento - f. 0274-0275) e Joaquim António de Souza (no dia 18 avaliou os candelabros, num total de 14$000 - f. 0281).

A 9 de Julho, Cipriano Joze Nunes (pedreiro) e Antonio Joze Duarte (carpinteiro), António Martins Dias Alves e Joze Maria Rissôto (fazendeiros) fazem os autos de avaliação do edifício do convento e respectiva cerca (f. 0304-0309), nos quais minuciosamente descrevem os bens inventariados: "o mencionado Convento consta de pavimento baixo, e de primeiro, e segundos altos - [...] entrando-se pela Portaria, tem do lado esquerdo duas cazas, que servem para despejos: do lado direito está um claustro em forma quadrada, com arcos de cantaria, que sustentão um dos corredores do primeiro dormitorio: ha neste claustro duas Cazas, e do lado do Sul está um corredor, no qual, do lado direito está uma porta, que dá serventia para quatro cazas, que servião de lavatorio, refeitorio, cozinha, e despensa, e tambem para uma escada, que dá serventia para o primeiro dormitorio; e do lado esquerdo, outra dita, por onde se servem para seus pequenos quartos: deste corredor se passa para uma Sisterna, com seus assentos pelos lados; e sobindo-se, se entra no primeiro dormitorio, o qual tem vinte e tres sellas d'um, e outro lado; e para a parte do Nascente está uma varanda descoberta, com alguns alegrêtes, que dá serventia para uma cozinha, caza de Refeitorio, para uma despensa, e para mais duas cazas, que servião d'Enfermarias: por baixo da dita Varanda, que deita para o plano terreo, estão alguns quartos de despejos: o segundo dormitorio, superiôr ao primeiro, tem vinte e seis sellas e d'um, a outro lado, uma caza que servia de capitulo, tendo debaixo da perna do madeiramento oito pequenos quartos, e d'ambos os dormitorios se saee para um Mirante todo ladrilhado, com seus assentos de róda: Há no fundo da Horta duas cazas, que servião de palheiro, e para môços: Na direcção do Norte da Igreja, algum tanto afastado, está um recinto fechado, no qual se achão treze Capellas com suas Imagens, o que parece não se dever avaliar, e faxer parte com a Igreja, e Sacristia: E nesta conformidade, declararão = que tendo bem visto, e examinado o casco do sobredito Convento, e tendo attenção ao Sitio, Local, e sua formatura, o valuarão na quantia de tres contos de reis [3:000$000]. E passando os Louvados dos predios rusticos a examinarem a Cêrca pertencente ao mesmo Convento, declararão = Que a dita Cêrca se compôem de tres bocados de terra, murados sôbre si; constando o primeiro (que se denomina a Cerca de baixo) de Vinha, com arvores de fructos, oliveiras, e uma parreira sôbre esteios de madeira. Consta o segundo (chamado a Horta) de terreno para Horta, de parreiras sôbre esteios de madeira, Vinha, arvores de fructo, e oliveiras: tem um Tanque, onde se deposita a agua do pôço, que existe na Cêrca de cima, e tem um socálco d'alvenaria, que sustenta o terreno da Horta. O terceiro, finalmente, se denomina a Cêrca de cima, e consta igualmente de chão para Horta: tem um pôço com engenho real, coberto; tem um tanque, e uma Rua coberta de parreiras, sobre pilares d'alvenaria: tem um grande socalco, alegrêtes, Vinha, arvores de fructos, e algumas ruas guarnecidas d'alfazema; um bocado de terra de semeadura; uma borda de canavial; e a um lado tem uma pequena barraca, com uma só caza, que serve d'arribana para o Boi de serviço da Nora. E declararão mais os ditos Louvados, que depois d'haverem assim visto, e examinado a mencionada Cêrca, avaliarão a sua Renda annual em cem mil reis, attendendo ao bom estado em que se acha; assim como estimarão a totalidade do seu valor, na quantia de dous Contos de reis [2:000$000], o que junto á avaluação do Casco do Convento, prefás a addição de sinco contos de reis [5:000$000]" (f. 0305-0309).

Os autos de entrega de rouparias e louça de cozinha ao Hospital de São José (f. 0317-0327) são assinados a 23 de Julho, dando assim cumprimento à Portaria de 22 de Julho de 1834, da Prefeitura da Província da Extremadura, que determina que as "dornas, quartolas, celhas, baldes e outro qualquer desta natureza [...] assim como qualquer serviço d'arame, e cobre, roupas por mais velhas que sejão, colchoens, e enxergões" pertencentes ao convento, sejam remetidas para o Hospital de são José (f. 0320-0322).

Em Portaria de 19 de Agosto de 1834, do Thesouro Publico, solicita-se ao Prefeito da Província da Estremadura que "faça proceder a venda de todo os Bens moveis [...] excepto os objectos que derivem imediatamente ao culto Divino, as Livrarias, os trastes de ouro, e prata, e aqueles que por qualquer motivo se devam considerar preciozos". Na mesma portaria é ordenado o arrendamento de todos os prédios rústicos e urbanos da Fazenda Nacional por um período de um ano, excepto os "campos, e lesirias do Riba-tejo, e suas dependências" (f. 0024-0025).

Entre 2 e 4 de Outubro de 1834 é elaborado (pelo Provedor do Segundo Distrito de Lisboa - Antonio Alexandrino de Moraes e Souza) o "auto d'entrega dos objectos do culto [...] ao Ilmo Prior da Freguezia da Pena [Padre José Fonseca Garrido]" (f.0005-0017).

Na presença do mencionado António Alexandrino de Moraes e Souza, de António Ferreira da Silva (oficial de diligências) e do escrivão Manuel António da Fonseca, a 6 de Novembro de 1834 são elaborados os "Auto de arrematação de varios objectos" (f. 0021-0037). Foram arrematados 18 objectos (nomeadamente pipas, barris, machados e bancos) por 50$650.

A 12 de Fevereiro de 1835 são assinados os autos de entrega da livraria (f. 0041-0042) e das pinturas (f.0043-0044), feita por Antonio Alexandrino de Moraes e Souza a Miguel José Alves Freinêda [em representação de António Nunes de Carvalho, encarregado da organização, direção do Depósito Geral de Livrarias, Cartórios e Pinturas do extinctos Conventos da Ordens Regulares, conforme procuração de 11 de Fevereiro (f. 0045-0046)].

Cronologia
1455 Início da construção do convento.
1585 É instalado no convento um relógio de sol, da autoria de FPL.
1834-05-30 Decreto de extinção de todas as religiosas das ordens regulares masculinas e incorporação dos seus bens nos Próprios da Fazenda Nacional. O Convento de Santo António dos Capuchos é suprimido.
1834-07 A Câmara, perante a necessidade de construir um novo matadouro, propõe a aquisição, não concretizada, do extinto Convento de Santo António dos Capuchos.
1834-07-02 Auto de posse do Convento de Santo António dos Capuchos e da sua cerca por parte da Fazenda Nacional.
1834-07-05 | 1834-07-18 Realizam-se os diferentes autos de avaliação dos objectos do convento.
1834-07-09 O edifício conventual é avaliado em 3 contos de réis (3:000$000) e a cerca em cinco contos de réis (5:000$000).
1834-07-23 Autos de entrega de rouparias e louça de cozinha ao Hospital de São José.
1834-08-19 Portaria do Tribunal do Tesouro Público sobre a venda e o arrendamento dos bens nacionais. Determina que o Perfeito da Província da Estremadura dê orientações para que se proceda à venda dos bens móveis e semi-móveis, excepto os objetos do culto divino, as peças de ouro e prata e as livrarias; e que arrende, por um ano, todos os prédios rústicos e urbanos da Fazenda Nacional.
1834-10-02 | 1834-10-04 Autos de entrega dos objectos do culto divino e paramentos ao prior da freguesia da Pena.
1835-02-12 A livraria e os quadros do convento são entregues para ingresso no Depósito Geral de Livrarias, Cartórios e Pinturas dos extintos Conventos da Ordens Regulares, situado no Convento de São Francisco da Cidade.
1835-10 A Câmara propõe, pela 2ª vez, comprar pelo preço da avaliação o extinto convento para aí estabelecer um matadoruor «vasto e bem arejado». A proposta foi enviada pelo Ministério do Reino ao da Fazenda.
1836-04-14 Decreto de fundação do Asilo de Mendicidade de Lisboa, que se instala no antigo convento.
1854 Compra do Palácio dos Condes de Murça / Mello para aumento das instalações do Asilo de Mendicidade.
1928 O Asilo de Mendicidade é transferido para Alcobaça.
1986-01-03 Classificação da igreja do antigo Convento de Santo António dos Capuchos como Imóvel de Interesse Público. Esta classificação inclui a boca de cisterna revestida a azulejo existente num dos pátios do hospital e ainda todas as dependências decoradas com lambrins de azulejo, incluindo o claustro e a escadaria nobre.

Fontes e Bibliografia
Material gráfico

PEREIRA, Luís Gonzaga - Lameda e Igreja de Santo António dos Capuchos. Museu de Lisboa [1809].

Planta do segundo plano do palácio pertencente ao Asilo de Mendicidade, na Rua de Santo António dos Capuchos. Arquivo Nacional Torre do Tombo.

Planta relativa ao "Asilo de Mendicidade. Arquivo Nacional Torre do Tombo.

Cartografia

[Enquadramento urbano | Convento de Santo António, 1834].

[Enquadramento urbano | Convento de Santo António, 2015].

[Planta Topografica da porção do terreno que jaz entre os extremos de Lisboa [...], 1757]. MC.DES.0981.

Manuscrito

[Consultas da Comissão Eclesiástica da Reforma]. [Manuscrito]1822-1823. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 268, n.º 4, Caixa 214.

[Junta do Exame do Estado actual e Melhoramento temporal das Ordens Regulares]. [Manuscrito]1790-1830. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 270, nº1, Cx. 216, Doc. 26.

Inventário de extinção do Convento de Santo António dos Capuchos de Lisboa. [Manuscrito]. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Convento de Santo António dos Capuchos de Lisboa, Cx. 2225.

Inventário de extinção do Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa. [Manuscrito]. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa, Cx. 2225, f. 0174-0176.

Monografia

ALMASQUÉ, Isabel; VELOSO, António José de Barros - História e Azulejos dos Hospitais Civis de Lisboa. Lisboa: By the Book, 2016, pp. 128-157.

CONCEYÇÃO, Fr. Apollinario da - Claustro Franciscano, Erecto no Dominio da Coroa Portuguesa e estabelecido sobre dezeseis venerabilissimas columnas. Expoem-se sua origem, e estado presente. Lisboa Occidental: Na Offic. de Antonio Isidoro da Fonseca, 1740, pp. 46-47.

COSTA, Padre António Carvalho da - Corografia Portugueza e Descripçam Topográfica do Famoso Reyno de Portugal [...], Tomo Terceyro. Lisboa: Na Officina Real Deslandesiana, 1712, pp. 411-416.

História dos Mosteiros, Conventos e Casas Religiosas de Lisboa, Tomo I. Lisboa: Câmara Municipal de Lisboa, 1950, pp. 337-349.

PORTUGAL, Fernando; MATOS, Alfredo de - Lisboa em 1758: Memórias Paroquiais de Lisboa. Lisboa: Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1974, pp. 308-309.

Synopse dos principaes actos administrativos da Câmara Municipal de Lisboa em 1834. 2º edição Edição. Lisboa: Imprensa de Candido Antonio da Silva Carvalho, 1838, p. 17.

Synopse dos principaes actos administrativos da Câmara Municipal de Lisboa em 1835. Segunda edição Edição. Lisboa: Imprensa de Candido Antonio da Silva Carvalho, 1839, p. 22.

Electrónico

Asilos [Revelar Lx] [Consult. 27-04-2015].

Periódico

Decreto n.º 1/86. Diário da República, nº 2, Série I. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda. 3 de Janeiro de 1986.

VALE, Pereira do - Um relógio de sol quinhentista no Hospital de Santo António dos Capuchos. Olisipo, Ano XXV, nº 100. Lisboa: Ramos, Afonso & Moita, Lda.. Outubro de 1962, pp. 130-136.

Material Fotográfico
Convento de Santo António | Exterior | Igreja. DPC_20140127_141.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Exterior | Igreja | Galilé. DPC_20140127_142.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Exterior | Hospital de Santo António dos Capuchos. DPC_20140127_180.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Exterior | Hospital de Santo António dos Capuchos. DPC_20140127_181.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Exterior | Poço. DPC_20140127_184.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Exterior | Relogio de sol. DPC_20140127_185.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Claustro. DPC_20140127_160.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Claustro. DPC_20140127_161.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Claustro. DPC_20140127_159.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Claustro.

Convento de Santo António | Interior | Igreja. DPC_20140127_145.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Igreja | Capelas laterais.

Convento de Santo António | Interior | Igreja.

Convento de Santo António | Interior | Igreja | Capela lateral.

Convento de Santo António | Interior | Igreja. DPC_20140127_152.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Igreja.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Salão. DPC_20140127_173.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Material hospitalar antigo. DPC_20140127_212.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Material hospitalar antigo. DPC_20140127_213.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Material hospitalar antigo. DPC_20140127_196.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Material hospitalar antigo. DPC_20140127_226.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Palácio Mello | Escadaria. DPC_20140127_191.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Palácio Mello | Escadaria. DPC_20140127_192.
© CML | DMC | DPC | José Vicente 2014.

Convento de Santo António | Interior | Hospital de Santo António dos Capuchos | Palácio Mello | Escadaria.

Convento de Santo António | Interior | Hospital dos Capuchos. PT/TT/EPJS/SF/001-001/0032/2286I.
© Arquivo Nacional Torre do Tombo.

Convento de Santo António | Interior | Hospital dos Capuchos | Enfermaria. PT/TT/EPJS/SF/001-001/0017/0796E.
© Arquivo Nacional Torre do Tombo.

Convento de Santo António | Exterior | Alameda do Hospital dos Capuchos. PT/AMLSB/FEC/000127.
© CML | DMC | Arquivo Municipal de Lisboa.

Convento de Santo António | Exterior | Entrada. FAN000696.
© CML | DMC | Arquivo Municipal de Lisboa.

Convento de Santo António | Exterior | Palácio Mello. PT/AMLSB/SER/S05086.
© CML | DMC | Arquivo Municipal de Lisboa.

Inventariantes
Rita Mégre
Tiago Borges Lourenço (Inventário de extinção)
Última atualização - 2017-11-02

Imagens: 29