Ficha de Casa Religiosa
    
Designação
Convento de São Camilo de Lellis

Código
LxConv095

Outras designações
Casa de São Camilo de Lellis; Convento de São Camilo de Lellis de Lisboa; Convento dos Camilos

Morada actual
Poço do Borratém, 9-17

Caracterização geral
Ordem religiosa
Ordem dos Clérigos Regulares Ministros dos Enfermos

Género
Masculino

Tipologia arquitetónica
Arquitetura religiosa\Monástico-conventual

Componentes da Casa Religiosa - 1834
Convento
Pátio
Igreja

Caracterização actual
Situação
Convento - Vestígios
Igreja - Demolido(a)

Descrição
Inventário de extinção
ANTT, Ministério das Finanças, Casa de São Camilo de Lelis de Lisboa, Cx. 2234 http://digitarq.dgarq.gov.pt/viewer?id=4696035

A 31 de Maio de 1834 têm início os "Auttos de Iventario pertecentes ao Convento de São Camillo de Lellis de toda a mobilia e utencilios pertecentes ao Culto Devino" (f. 0007) na presença do Reverendo Padre Henrique de Oliveira Moraes (juiz supressor), Reverendo Jaime António da Motta (cabeça de casal e inventariante) e do escrivão Lourenço Climaco de Santa Anna, fazendo-se nesse dia o levantamento e descrição das peças dos altares da igreja (maioritariamente imagens). A 2 de Junho seguinte, por impedimento do escrivão, este é substituído por Manoel de Macedo Sepulveda da Gama Lobo (f. 0012), que no próprio dia prossegue o trabalho do seu antecessor com a descrição dos objectos da "igreija" (f. 0016), "côro" (de entre os quais um "orgão fixo" - f. 0016), "aulla de filozophia (f. 0017), "casa da oração"(f. 0018) e "sacristia" (f. 0018). A 3, 4 e 5 de Junho é feito o inventário das "vestimentas" (f. 0023-0038). A 7 de Junho é feito o inventário do "sacrário" (f. 0047), "peças de prata (f. 0048), "vários objectos do culto relegiozo" (f. 0051), "roupa branca" ("hé de notar que toda a roupa branca que se ácha descripta neste Iventário hé de Linho de diferentes qualidades" - f. 0052-0056), "armação da Igreija" (f. 0059), "púlpito" (f. 0061), "armação no cha no Altar-Mór" (f. 0065), "torre" ("trez sinos" e "huma campainha [...] para signaes" - f. 0069), "portaria" (f. 0069). Também a 7 de Junho é assinado o termo de encerramento do inventário (f. 0070-0072), sendo também referida a notificação feita "ao Reverendo Padre Jozé do Amor Devino Prior da Freguezia de Santa Justa [...] afim de lhe fazer entrega do Templo, com toda a mobilia, e utencilios do Culto, concervando a Igreija, em toda a Decencia, e provendo-a de Missa" (f. 0073-0074). Nesse mesmo dia é assinado o termo de entrega do templo (f. 0076-0082). A 9 de Junho é feita uma "sequélla do Inventario" em virtude de o "Padre Prefeito Jaime Antonio da Motta [...], na occazião de manifestar os objectos de Prata pertencentes ao Convento, não [ter] relaciona[do] por inadevertencia" um pequeno conjunto de peças (f. 0083-0087), que numa nota na margem da folha se refere encontrar-se em posse de Pedro Alexandrino Gomes (f. 0084). A 10 de Junho é assinado o termo de entrega destes bens (f. 0088-0092).

A 11 de Junho o "Reverendo Parocho da Freguezia de Santa Justa" é notificado para comparecer no edifício do antigo convento "afim de [...] recebe[r] as Paramentas, e mais moveis e utencilios pertencentes ao Culto Devino, que [por ele] forão requezitadas" (f. 0092-0101).

No dia seguinte "remete[u] o Reverendo Padre Henrique de Oliveira Moraes, Juiz Suppressor do Convento de São Camillo de Lellis desta Cidade de Lisboa, ao Il.mo Snr. João Bernardo da Costa Seromenho, Deputador Thezoureiro da Junta do Exame do Estado Actual e Melhoramento Temporal das Ordens Regulares, Encarregada da Reforma Geral Eccleziastica, a prata constante da prezente guia" (f. 0107-0108).

A 14 de Junho é assinado o auto de posse do "convento e todas as suas pertenças" (f. 0137-0138).

No dia seguinte é assinado o "auto de descripção e avaliação" dos bens do convento (f. 0139), dividindo-se em "móveis" (de entre os quais o melhor avaliado é "huma cadeira grande com seus degraus pintada", avaliada em dois mil e quatrocentos reis - f. 0139-0144) e "cobre" (f. 0144-0145). A 17 de Junho é feita a descrição e avaliação dos "prédios urbanos" [de entre os quais alguns edifícios junto ao convento (à frente descritos) e "hum hospicio [em Bucelas] contando de sette cazas com sobrados, seu Quintal posto de vinha, adega e lagar de uvas com seu pateo e duas pequenas lojas", avaliado em 700$000 - f. 0146-0150] e "prédios rústicos" (num total de três vinhas, todas em Bucelas, uma no sítio da "Chão da Godinha", e duas outras "no sitio do Jardim, freguezia de Bucellas" (f. 0150-0151).

A 18 de Junho é elaborado um auto de descrição de "apólices" (num total de 10:611$061 - f. 0153-0157) e "padrões de juros reais" (num total de 8:391$153 - f. 0157-0164)

A 19 de Julho de 1834 é emitido um "Mandado para ser notificado Ancelmo Manoel Xavier como devedor ao extinto Convento de Sam Camilio a entregar [...] ao dito Convento sem ordem judicial" (f. 0113-0116).

A 29 de Agosto, o Estado toma posse do Hospício de Bucelas (f. 0173-0174), da "Vinha do Cham da Godinha" (f. 0175-0176), da "Vinha da Pessa" (f. 0177-0178) e da "Vinha da Romanina" (f. 0179).

A 14 de Setembro, na presença do Provedor do Terceiro Distrito (cujo nome não é mencionado), dos dois avaliadores [Manoel Duarte (mestre carpinteiro) e de Manoel dos Santos (mestre pedreiro)] e do escrivão Antonio Pereira Mendes, é elaborado o Auto de Avaliação do Hospício de Bucellas "com todas as suas pertensas, que são cinco casas de sobrado, e tres terrias e por baixo daquellas tem adega e casa de Lagar de uvas com seus despejos de cantaria, e mais arranjos, e outra piquena Loja que serve de despejos, e tem mais na entrada um pateo com duas parreiras; e pela parte do norte tem este Hospicio uma cerca plantada de vinha toda morada e confronta todo este predio pelo Norte e Poente com Estevão Alves Leitão Nascente com João Vicente da Silva e Sul com a serventia publica" (f. 0183-0184).

No mesmo dia, na presença do mesmo provedor e escrivão e de dois avaliadores (Manoel Duarte e Joaquim José dos Santos, ambos carpinteiros) é elaborado o auto de descrição dos móveis existentes no hospício (f. 0185-0187).

Na mesma data foram igualmente feitas as avaliações das três vinhas (f. 0191-0196).

Em Novembro seguinte são elaborados os "Autos de pose e avaliação dos predios pertencentes aos Camillos" pelo escrivão Francisco Jozé de Caldas e Brito Junior fazendo cumprir uma "portaria de seis do corrente expedida pelo Tribunal do Thesouro Publico [...] [para que se proceda] inmediatamente a avaliação das cazas que rodeião a Igreja e Sacristia do Extinto convento [...] e que hoje pertencem á Fazenda Nacional as quaes se compoem de lojas, primeiro, e segundo andar, patio, parreiras, poço, cozinha e alpendres e mais officinas adjacentes, fazendo avaliar separadamente as peças acima mencionadas" (f. 0121).

Assim, a 12 de Novembro é elaborado [por Jozé Manoel Pereira de Sequeira Bramão (Provedor do Terceiro Distrito), José Coelho e João Baptista dos Santos (ambos avaliadores e respectivamente mestres pedreiro e carpinteiro) e pelo escrivão Francisco Jozé de Caldas e Brito Junior] um auto de avaliação do "edificio pertencente ao extincto Convento dos Camillos no Largo do Poço do Borratem junto á Igreja que é uma porta chamada (a Porta do Carro) não tendo numero, dando serventia para um Pateo que tem cinco(?) telheiros, algumas cazas em plano baixo que em outro tempo servia de refeitorio e despença com dois quartos por cima, e com mais uma porta que dá serventia para um primeiro e segundo andar que servia de cela, e tendo um corredor á ilharga da Igreja que dava entrada para o edeficio Grande do Convento e para a torre havendo um poço ao meio, algumas parreiras e trez cazas e um soto, porem essa caza servia de adega confrontando tudo: pelo Nascente com o dito Largo, Poente com o edeficio do mesmo Convento, Sul cazas de Mezecordia, e Norte com a Igreja [...] [considerando-se] que não lhe podião dar mais valor de quinhentos mil reis atendendo ao máo estado em que se acha estando tudo em uma completa ruina" (f. 0123-0124). No mesmo dia é igualmente avaliado em 249$500 "o predio pertencente ao extincto Convento dos Camillos, sendo a escada numero cincoenta seis =A pela Rua do Amparo com os numeros cincoenta e trez a cincoenta e sette, e pelo Arco dos Camillos de numero hum a cinco, tendo este dito predio hum andar só, porque o segundo e terceiro sao celas, com o mesmo cincoenta e cinco que é loja e tem uma sobreloja sendo a sua serventia pela porta da escada numero cincoenta seis [...], confrontado este predio nascente com o dito Arco dos Camillos Poente com Edeficio Gande do dito Convento, Sul com a Igreja e Norte com a Rua do Amparo" (f. 0125-0126).

No mesmo dia é também avaliado por 20:000$000 (e renda de 1:154$000) o "predio que cercula a Igreja e Sacrastea do mesmo edeficio contando desde numero cincoenta oito ate numero cincoenta e oito B que é uma Loja com trez portas ate numero sessenta, e outra dita numero sessenta e um, outra numero sessenta e doita, outra pequena numero sessenta e trez, outra numero sessenta e quarto, sessenta cinco e sessenta seis, e outra numero sessenta e seis A, e sessenta seis B com trez portas, fazendo frente para a Rua da Praça da Figueira com quatro portas, sendo a escada numero vinte trez a que da serventia para o primeiro andar porque o segundo e terceiro são celas do Convento [...] confronta[ndo] pelo Norte com a dita Rua do Amparo, Sul com o edificio e nascento com o dito, e Poente com a Rua da Praça da Figueira (f. 0127-0128).

Também a 12 de Novembro é avaliada por 2:500$000 (e renda de 250$000) "a caza numero vinte quatro e vinte quatro B no edeficio [do Convento dos Camilos, que os louvados] [...] acharáo ser uma abobada que serve esta loje tendo por cima um palheiro e alem disto escada para uma Sobreloja e no fundo um Pateo com dois telheiros havendo nelle uma caza que serve de Cavalleirice com um sotao [...] confronta[ndo] pelo Norte com o mesmo edeficio, Sul com caza da Mezercordia Nascente com o dito Edeficio e Poente com Rua Corrente da Praça da Figueira (f.0129-0130).

A 10 de Julho de 1835 é elaborado o "Autto de Devizão e avaliação do extincto [...] Convento de São Camilo de Lellis", o qual faz menção à existência de "uma planta junto" que, actualmente não constando do processo de extinção, originalmente permitiria identificar a implantação no espaço e identificação de cada um dos edifícios avaliados (f. 0203).

Assim, foram avaliados o "predio numero um que tem tres centos e treze palmos de frente pela Rua do Arco do Marquez de Alegrete, cem palmos pelo lado que confina com predios de Mesercordia, e cento e cincoenta e dois pelo lado opposto [...] incluindo-se nesta devizão uma pequena parte da Igreja depois de feito o corte que designa a mesma Planta para alinhamento da Rua [(avaliado em 500$000 e vendido a 3 de Setembro seguinte por 520$000)] [...] predio numero dois que tem setenta palmos de frente para Rua do Amparo e centro e treze de fundo aproveitando o resto da Igreja [(avaliado em 600$000 a 3 de Setembro seguinte e vendido por 620$000)] [...] Terceiro predio que tem pela frente para Rua do Amparo setenta e cinco palmos e de fundo oitenta e oito [(avaliado em 3:000$000 e vendido a 3 de Setembro seguinte por 7:060$000)] [...] quarto predio que tem de frente para mesma Rua do Amparo oitenta e cinco palmos e de fundo oitenta e oito [(avaliado em 3:500$000 e vendido a 3 de Setembro seguinte por 9:020$000)] [...] quinto predio que tem pela frente para a ditta Rua do Amparo cem palmos e de frente para Rua Nova da Princeza setenta e trez palmos [(avaliado em 4:000$000 e vendido a 3 de Setembro seguinte por 23:100$000)] [...] sexto predio que tem de frente pela Rua Nova da Princeza setenta sete palmos e de fundo cem palmos [(avaliado em 600$000 e vendido a 3 de Setembro seguinte por 6:120$000)] [...] septimo predio que tem pela frente para a Rua Nova da Princeza setenta oito palmos e de fundo cem palmos confinando pelo Sul com predios da Mezercordia" (avaliado em 800$000 e a 3 de Setembro seguinte vendido por 4:010$000 - f. 0201-0207).

Cronologia
1834-05-30 Decreto de extinção de todas as casas religiosas masculinas das ordens regulares e incorporação dos seus bens nos Próprios da Fazenda Nacional. O Convento de São Camilo é suprimido.
1834-05-31 Início dos autos de inventário dos bens do convento, tendo como intervenientes o Reverendo Padre Henrique de Oliveira Moraes (juiz supressor), o Reverendo Jaime António da Motta (cabeça de casal e inventariante) e o escrivão Manoel de Macedo Sepulveda da Gama Lobo.
1834-06-07 Termo de encerramento do inventário.
1834-06-07 Termo de entrega da igreja ao prior da freguesia de Santa Justa.
1834-06-14 Auto de posse do convento e todas as suas pertenças.
1834-06-15 Início dos autos de descrição e avaliação dos bens do convento.
1834-08-19 Portaria do Tribunal do Tesouro Público sobre a venda e o arrendamento dos bens nacionais. Determina que o Perfeito da Província da Estremadura dê orientações para que se proceda à venda dos bens móveis e semi-móveis, excepto os objetos do culto divino, as peças de ouro e prata e as livrarias; e que arrende, por um ano, todos os prédios rústicos e urbanos da Fazenda Nacional.
1834-11-12 Autos de avaliação dos prédios que constituem convento
1835-07-10 Autos de divisão e avaliação do extinto Convento de São Camilo de Lellis, para venda em lotes.
1835-09-03 Leilão de 7 lotes correspondentes ao edifício do convento e seus anexos, arrematados por 50:450$000. Estes lotes tinham sido avaliados por 13:000$000.
1835-10 A Câmara acordou com a Comissão Administrativa do Hospital Real de São José a demolição do passadiço existente junto ao extinto convento.
1837-04 A Câmara intima António José da Silva Braga para, no prazo de 3 meses, demolir e completar o que lhe falta no lote que arrematou do extinto convento.
1837-11 A Câmara manda intimar a Comissão Administrativa do Hospital Real de São José para, antes do dia 25, demolir o passadsiço que comunica com o edifício do extinto convento.
1837-11 A Câmara manda intimar António José da Silva Braga, Jacinto José Ferreira e Francisco Joaquim Ribeiro para darem início à construção dos prédios nos lotes 1, 2, 6 e 7 do extinto convento.
1838-05-12 Em resposta ao pedido de esclarecimentos solicitado por uma portaria do Ministério dos Negócios do Reino, a Câmara argumenta contra as razões evocadas pela Comissão Administrativa do Hospital Real de São José para não se demolir o arco junto ao antigo convento, informando que a sua manutenção impede a reconstrução do lado nascente do quarteirão e abertura da nova rua do Poço do Borratém.
1838-06-15 A Câmara solicita a breve resolução da informação de 12 de Maio, uma vez que dela estão pendentes os trabalhos já iniciados no local para abertura da nova rua do Poço do Borratém.
1857-02-06 Anúncio em sessão de câmara de uma vistoria ao lote do antigo convento pertencente a Bernardino José de Carvalho, para se proceder ao alinhamento do prédio a «reedificar de prompto».

Fontes e Bibliografia
Cartografia

[Enquadramento urbano | Convento de São Camilo de Lellis de Lisboa, 1834].

[Enquadramento urbano | Convento de São Camilo de Lellis de Lisboa, 2015].

FAVA, Duarte José; - [Carta Topográfica da cidade de Lisboa preparada em 1807]. 3 plantas. 2305-2-16-22.

[Planta topographica, e exacta do Sitio, que comprehende a Ilha em que estava edificado o Hospital Real de Todos os Santos desta Cidade, o Convento de São Domingos e Cazas asim do Ill.mo e Exm.o Marquês de Cascaes, como as dos particulares [ Material cartográfico] / a qual foi tirada na prezença do Sargento Môr Philippe Roiz de Oliveira, pello Ajudante Guilherme Joaquim Paês de Menezes, e o Discipulo Thomas Roiz da Costa a que assiatirão também outros Discipulos do dito Sargento Môr, e que se finalizou a 9 de Dezembro de 1750]. D. 100 R..

POPPE, Elias Sebastião; - [Configuração de partes das fortificações antigas da cidade de Lisboa [...]]. MC.DES.0010.

Manuscrito

[Consultas da Comissão Eclesiástica da Reforma]. [Manuscrito]1822-1823. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 268, n.º 4, Caixa 214.

[Junta do Exame do Estado actual e Melhoramento temporal das Ordens Regulares]. [Manuscrito]1790-1830. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério dos Negócios Eclesiásticos e Justiça, Maço 270, nº1, Cx. 216, Doc. 7.

Inventário de extinção da Casa de São Camilo de Lélis de Lisboa. [Manuscrito]Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Casa de São Camilo de Lélis de Lisboa, Cx. 2234.

Inventário de extinção do Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa. [Manuscrito]. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. Ministério das Finanças, Hospício de Nossa Senhora do Desterro de Lisboa, Cx. 2225, f. 0174-0176.

Monografia

Annaes do Municipio de Lisboa. 1856-1859. Lisboa, p. 220.

Collecção de Contas da Commissão Interina da Junta do Crédito Público até 10 de Setembro de 1836. Lisboa: Imprensa Nacional, s.d.

PORTUGAL, Fernando; MATOS, Alfredo de - Lisboa em 1758: Memórias Paroquiais de Lisboa. Lisboa: Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa, 1974, p. 308 e 319.

Synopse dos principaes actos administrativos da Câmara Municipal de Lisboa em 1835. Segunda edição Edição. Lisboa: Imprensa de Candido Antonio da Silva Carvalho, 1839, p. 23.

Synopse dos principaes actos administrativos da Câmara Municipal de Lisboa em 1837. 2º Edição. Lisboa: Imprensa de Candido Antonio da Silva Carvalho, 1838, pp. 5-6, 31 e 34.

Synopse dos principaes actos administrativos da Câmara Municipal de Lisboa em 1838. 2º edição Edição. Lisboa: Typographia Lisbonense, 1839, p. 16, 63-64 e 67-68.

Material Fotográfico
Convento de São Camilo de Lellis | Carta topográfica da cidade de Lisboa preparada em 1807.

Inventariantes
Tiago Borges Lourenço (Inventário de extinção)
Última atualização - 2017-11-02

Imagens: 1